3 de jul de 2011

Esboço da História Bíblica

Deus criou o homem do pó da terra e lhe soprou nas narinas o fôlego de vida. Depois disso Deus tirou uma costela de Adão e a transformou numa mulher. O casal foi colocado no jardim do Éden para dele cuidar, com tudo aprazível. Podiam desfrutar do jardim e comer de tudo, menos da árvore do conhecimento do bem e do mal; porque no dia em que dela comessem, certamente morreriam.

Adão e Eva pecaram, pois comeram da árvore proibida. Quando Deus veio falar com eles, esconderam-se da presença do Senhor Deus, por entre as árvores do jardim. O homem se sentiu nu diante de Deus, teve medo, e se escondeu. Ele acusou Eva de ter lhe dado do fruto da árvore. A mulher acusou a serpente (Satanás), que lhe enganou, e ela comeu. Deus amaldiçoou a serpente e disse que um descendente da mulher feriria a cabeça do Diabo. Esse foi o primeiro evangelho anunciando a vinda de Jesus ao mundo para ser o Salvador da humanidade; Deus multiplicou sobremodo os sofrimentos da gravidez da mulher para que em meio às dores ela tivesse o parto; o desejo dela passou para o seu marido que a partir de então a governaria; a terra foi amaldiçoada por causa de Adão; ele teria que trabalhar duro para comer o pão de cada dia. A morte veio como consequência do pecado. Deus fez vestimentas de peles para Adão e sua mulher e os vestiu. Depois, Deus os lançou fora do jardim do Éden.

Deus chamou Abraão para que ele formasse uma nação. Ele e sua mulher já estavam velhos. Além disso, ela era estéril. Mesmo assim Deus lhe prometeu um filho que se tornaria uma grande nação e desse povo viria Jesus, o Salvador do mundo. Abraão deixou sua terra e foi para Canaã. Depois seus descendentes migraram para o Egito.

Depois de quatrocentos anos no Egito os descendentes de Abraão se tornaram uma grande nação. Deus levantou Moisés para liderar a saída do povo de Deus do Egito e os fazer retornar à Terra de Canaã. O povo peregrinou por quarenta anos no deserto até finalmente entrar na Terra Prometida sob a liderança de Josué. Depois de trezentos anos sob a liderança dos juízes, veio a monarquia com o rei Saul, seguido de Davi e Salomão. Os três reis constituíram o reino unido por um período de cento e vinte anos.

Depois de Salomão dividiu-se o reino em 931 a.C. Dez tribos formaram o reino do norte chamado “Israel” e duas o reino do sul chamado “Judá”. O reino do norte durou uns duzentos anos até ser levado cativo para a Assíria, em 721 a.C. Pouco mais de cem anos depois, o reino de Judá foi levado cativo para a Babilônia em três etapas, por volta do ano 605 a.C. Cerca de setenta anos depois um remanescente dos cativos babilônicos retornou à sua terra e restabeleceu sua vida como nação, em 538 a.C. Na volta, reconstruíram o templo e os muros de Jerusalém. Algum tempo depois encerrava-se o Antigo Testamento.

Entre o Antigo e o Novo Testamento, houve um período de silêncio profético de quatrocentos anos, conhecido como período interbíblico. Nesse tempo a história não parou, é claro, mas Deus não falou através de seus servos, os profetas.

Esse intervalo entre os testamentos foi interrompido pelo nascimento de Jesus, conforme as profecias do Antigo Testamento. Ele se encarnou e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade. Foi concebido no ventre de Maria por obra do Espírito Santo. Ele veio na plenitude do tempo, nascido de mulher, nascido sob a lei, para resgatar os que estavam sob a lei, a fim de que nos tornássemos filhos de Deus. Ele morreu pelos nossos pecados e ressuscitou dos mortos, para ser justo e justificador de todo aquele que nele crê, independentemente de idade, cor, cultura ou raça.

A grande ênfase de Jesus depois de sua ressurreição e antes de voltar ao céu, foi mandar seus discípulos contar as boas-novas de seu poder redentor em todas as nações. A ordem é ir por todo o mundo e pregar o evangelho a toda criatura. Começando em Jerusalém, os discípulos foram em todas as direções anunciando a mensagem da redenção, na Ásia Menor, Grécia, e todo o Império Romano com a sã doutrina de salvação. Desse modo, é escrito o Novo Testamento, encerrando com a consumação sob o senhorio de Jesus.

Antonio Francisco - Cuiabá, 3 de julho de 2011 - Voltar para Mensagens.

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